No Brasil tudo sempre acaba em festa mesmo. Timothy Mulholland gastou até o que não tinha (literalmente!) comprando lixeiras de 1000 reais e outras coisas caras que nós jornalistas nunca vamos ter. Assim como a ministra Matilde Ribeiro, que é inteligente o suficiente pra ocupar o cargo que ocupa, mas, segundo ela, confundiu o cartão pessoal com o coorporativo ao pagar o aluguel de carros porque ambos eram da mesma cor. Falando em burrice, tem uns malandros lá no congresso querendo aumentar o mandato de presidente para 5 anos. Ora, se na época a ditadura os políticos IGNORAVAM a lei para eleger presidentes, hoje em “plena” democracia, os políticos MUDAM a para eleger presidentes. Não me parece uma troca muito vantajosa.
Mas falemos de coisa boa. Alguns dos bens mais caros e sofisticados do traficante Juan Carlos Abadia seriam vendidos a preço de brechó em algum lugar de São Paulo, fenômeno que o Jabor chamou de “Casas Abadia”. Ora, amigos, aqui no Brasil, isso pode dar certo? É obvio que houve um número muito grande de pessoas, é obvio que houve tumulto e é obvio que o órgão público que organizou o evento não previu essa situação. Resultado: Muitos populares, loucos para comprar uma televisãozinha de plasma ou uma bolsinha Prada nem conseguiram entrar no evento e ficaram se amontoando em filas do lado de fora do prédio, enquanto os “bacanas furam a fila”, segundo uma paciente mulher que esperava com a multidão. Melhor metáfora para representar o Brasil não há.
E eu acho que, se o Timothy quer tanto decorar seu apê com dinheiro público, ele devia dar um pulo nas “Casas Abadia”. Pelo menos sairia mais barato para o bolso do contribuinte, que paga lixeiras, carros e até tapioca (vide caso do ministro Orlando Silva) para muito político cleptomaníaco por aí.
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3 comentários:
Sem comentáriosss!!
Disse td, sem mais nada a comentar!!
Só acho que o povo brasileiro não merece esses "maravilhosos" políticos.
Boa Murilo Delícia.
Ridículo, sem mais.
arrasou.
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